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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

CONSENSUALIDADES.

Galho-fraco.   Legitimidade.   Tesão!   Estruturas, torpeza, destemor, rotina...   Sentido? 
Sequidão.   Palavra?   Vermelho, textura, pesadelo.   Comida.  
 Ternura!   Intolerância.  Animais, representatividade, bem-estar, palavrão,
chocolate, brutalidade.   Esperança!  Literatura.   Lugar?   Dor!   Sofrimento!  
Tristeza?   Dádiva, sonhos, cabelos, olhos, boca,  imagem?   Garantia.  
 Ingratidão?   Tortura, crise, bebida, futebol, quinquilharias, jóias, esmalte, dimensão!  
Crianças, iogurte, sorriso.  Menos?  Mais!   Sempre!   Raízes...


Adriano Monteiro

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

CHAVES.

Algumas chaves são preciosas.

Outras não são preciosas, mas não vivemos sem elas.

Algumas mexem com nossos inconscientes.
Existem aquelas que só lembramos nas situações de dificuldade.
Há também as que poucos conhecem, mas que são igualmente importantes no seu devido tempo.
Os quebra-cabeças da vida necessitam de chaves. Sábio é aquele que conhece um bom chaveiro.



Adriano Monteiro

Diferentes temporalidades.

Para melhor aproveitamento do desajuste momentâneo,

bom seria dar ouvidos à voz das entranhas,

onde a dor, o medo, o prazer e o gôzo se homogenizam.

A catarse reinvindica que todos os sentimentos estejam presentes.

Nada deve ser esquecido, nada deve ser omitido ou deixado de lado.

Sempre lembro, pelas vias da memória afetiva,

a brincadeira com os velhos amigos, sobre o grito primal.

Tantos anos depois percebo que a sabedoria guardada

no lúdico, no lugar de afeição, no dualismo do saber versus não-saber,

e até na inocência juvenil, ajuda a dar respostas à perguntas

hoje tão difíceis.

Amo a história.  Amo o passado.  Amo o presente.  Vislumbro futuros.

Viva o Tempo, sua longa duração, suas permanências, rupturas e toda vida que carrega, inclusive esta.



Adriano Monteiro.

Diversidade e Síntese.

Humores. Bela palavra, que fascina pela multiplicidade de sentidos.

Rumores. Esta cria um clima quase hitchcockiano de suspense.

Tumores. O pavor invade almas à sua simples menção.

Clamores. Desespero de forma exteriorizada.

Tremores. Movimento involuntário.

Amores. Mola mestra da vida.

Amo Rum.

Tu Mores.

Hum! Trem.

Ores!

Amor és!

A síntese resulta num redemoinho impreciso. Mas belíssimo.


Adriano Monteiro

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

domingo, 9 de janeiro de 2011

Les yeux, los ojos, the eyes, os olhos.

Feche os olhos e veja: O mundo diverso dos observadores.
Achegue-se à janela da alma e emocione-se!
use a visão para enxergar o mais distante possível, e ver que quem Vê, não faz vista grossa à nada, e certamente vai Vi-Ver melhor.
Veja bem!

sábado, 8 de janeiro de 2011

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Para um amigo que foi...

p'rá quem fica... um gosto amargo!

p'rá quem fica... pronto, pranto!

p'rá quem fica... saudade!

p'rá quem fica... lembranças!

p'rá quem fica... gratidão!

p'rá quem fica... sentimento de impotência!

p'rá quem fica... incertezas!

p'rá quem fica... perguntas!

p'rá quem fica... por quê ficar?
 
 
Adriano Monteiro

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A MORTE


BOSCH, Hieronymus
Morte e miséria
 
 
 
"A morte nos faz cair em seu alçapão,
É uma mão que nos agarra
E nunca mais nos solta.
A morte para todos faz capa escura,
E faz da terra uma toalha;
Sem distinção ela nos serve,
Põe os segredos a descoberto,
A morte liberta o escravo,
A morte submete rei e papa
E paga a cada um seu salário,
E devolve ao pobre o que ele perde
E toma do rico o que ele abocanha."


Hélinand de Froidmont. Os Versos da Morte. Poema do século XII



gotas de sabedoria diária

Não quero nunca renunciar à liberdade deliciosa de me enganar.





Che Guevara

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Bertolt Brecht com erotismo.

Mas, menina, vai com calma
Mais sedução nesse grasne:
Carnalmente eu amo a alma
E com alma eu amo a carne.


Faminto, me queria eu cheio
Não morra o cio com pudor
Amo virtude com traseiro
E no traseiro virtude pôr.


Muita menina sentiu perigo
Desde que o deus no cisne entrou
Foi com gosto ela ao castigo:
O canto do cisne ele não perdoou.


Bertolt Brecht

sábado, 1 de janeiro de 2011

Estréia em Janeiro novo filme com Nicholas Cage, que se passa na Idade Média.

Sinopse


No século 14, Behmen (Nicolas Cage) é um cavaleiro medieval que passa anos lutando nas Cruzadas. Quando retorna à sua terra natal, ele a encontra destruída pela peste negra. Enquanto procura por comida com seu companheiro Felson (Ron Pearlman), o cavaleiro é preso e obrigado pelo Cardeal a conduzir uma jovem bruxa a um monastério, onde ela será julgada pela suspeita de ser a causadora da doença.



Um novo caminho - Luso-Poemas

Um novo caminho
(dos Santos)




Hoje começo um novo ciclo,
Com lembranças doces e um coração perdido
Parto para um caminho desconhecido,
Pois sei que andar ainda é preciso


Sem magoas ou indiferenças, viro a página desse livro
Com a experiência de quem encerra uma etapa
Caminho sem mentiras ou amarras,
Apenas lembranças e algumas lágrimas


Acredito no que não vejo, sigo com fé meu caminho
Transformo-me em novo ciclo
Carrego comigo lembranças dos caminhos já percorridos


Sigo então com paz de espírito.
Esperança para um novo re-inicio,
E amor que abre as portas para o infinito.







Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=21481&sms_ss=blogger&at_xt=4d1f6e355ce8c239%2C0#ixzz19oCRj3Zq

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